quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Iron Man 2 Ain't a Bad Place to Be

Homem de Ferro 2, o novo filme da Marvel, contará com um aliado e tanto. Trata-se do AC/DC, uma das maiores bandas de rock da história. Angus Young e companhia não devem ajudar o vingador dourado no combate ao crime na telona. A parceria é em outro campo: a música.

No dia 19 de abril será lançado o disco AC/DC: Iron Man 2. Mas nada de material inédito. O lançamento contará com 15 músicas que expressam bem a história e o clima do filme. Clássicos como Back in Black e Highway to Hell sons mais desconhecidas como Evil Walks e Guns For Hire marcarão presença. Veja o repertório completo:

1 - Shoot to Thrill
2 - Rock 'N' Roll Damnation
3 - Guns for Hire
4 - Cold Hearted Man
5 - Back in Black
6 - Thunderstruck
7 - If You Want Blood (You've Got It)
8 - Evil Walks
9 - T.N.T.
10 - Hell Ain't a Bad Place to Be
11 - Have a Drink on Me
12 - The Razor's Edge
13 - Let There Be Rock
14 - War Machine
15 - Highway to Hell

O clipe de Shoot to Thrill já caiu na rede. No vídeo, podemos ver imagens de um show atual da banda alternando com cenas do filme. A edição é muito competente, com as imagens de Homem de Ferro 2 casando perfeitamente com as do show da banda. Confira:

Ótima sacada do departamento de marketing da Marvel e da Columbia Pictures. Ter o trabalho de uma banda lendária para divulgar o filme pode ser muito benéfico. Só descobriremos se dará certo a partir do dia 30 de abril, quando Homem de Ferro 2 chegará às telonas.

Obs: Imagem retirada do site Collider.com
O vídeo estava com problemas. Editado e consertado.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Produção de Homem-Aranha 4 é paralizada

A produção de Homem-Aranha 4 está paralizada devido a divergências entre o diretor Sam Raimi e a Sony Pictures. A boataria iniciada no final de dezembro foi confirmada nesta quarta-feria pela revista Variety.

O ponto de discordância reside na escolha de qual será o antagonista do herói. Raimi tem a vontade de usar o Abutre na franquia desde o terceiro filme. O cineasta até tem um ator em mente: John Malkovich. Acontece que o estúdio não concorda e quer um vilão mais comercial.

Este impasse está atrasando o roteiro. A versão atual feita por Gary Ross e Lindsay-Abaire, ainda inacabada, não agradou o cineasta. Um novo roteirista foi contratado: Alvin Sargent, o coescritor do segundo e terceiro filme da série.
As divergências começaram em Homem-Aranha 3. Os produtores fizeram com que o diretor usasse o Venom em vez do Abutre como inimigo do aracnídeo. Raimi, que não gosta do linguarudo, não concordou, mas acabou cedendo.

A notícia é boa para os fãs do super-herói. Significa que a equipe não pretende cometer os mesmos erros do capítulo anterior da série, considerado por muitos o pior. As filmagens foram canceladas até que todos os envolvidos estiverem em sintonia. No terceiro filme, isso não aconteceu: começaram quando o roteiro ainda não tinha sido finalizado. Ou seja: pode vir coisa boa por aí.

Homem-Aranha 4 tinha estréia marcada para junho de 2011. O estúdio tentará lançá-lo no mês seguinte, mas isso depende de quando e se a equipe entrar em um consenso.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

E chega mais um louco do bando

Quando o tema é futebol, o principal assunto do dia com certeza foi a apresentação de Roberto Carlos como jogador do Corinthians. A torcida alvinegra compareceu em massa e lotou o evento, realizado no Parque Sao Jorge.

A maior contratação do time para o ano de seu centenário entrou no gramado pontualmente ao meio dia. Andou pelo campo, fez embaixadinhas e vestiu a camisa 6 do clube. Os seis mil torcedores presentes não pararam de festejar.

A receptividade carinhosa da torcida deixou o jogador, atualmente com 36 anos, muito satisfeito. Durante a coletiva, o mais novo louco do bando, como se intitulou, declarou que, embora seu contrato seja de dois anos, pode ficar até mais no Corinthians depois do que viu hoje. Encerrará a carreira no time de segunda maior torcida do Brasil. Depois pretende voltar ao Real Madrid para ser embaixador da equipe merengue.
Roberto Carlos está empolgado para começar a atuar com a camisa alvinegra e, segundo ele, sentir o calor da torcida. "Se tivesse jogo amanhã eu já estaria bom pra jogar. Estou à disposição e quero jogar", declara o reforço.

Para conpletar, o contratado avisou: veio para ganhar a Copa Libertadores da América, obcessão do Corinthians no ano do centenário. Título que falta para a galeria do jogador, que foi campeão da Copa do Mundo, da Liga dos Campeões, do Brasileiro e do Espanhol. Declarou que, caso a conquisa se concretize, será feriado nacional.

Roberto Carlos no Corinthians foi aprovadíssimo pela torcida. "Assim como o Ronaldo, ele é um jogador acima da média. Está voltando muito motivado e dá um baile técnico e físico em muito lateral de 20 anos. Sem contar com a sintonia maravilhosa dele com o fenômeno dese os tempos de Real Madrid", diz a torcedora Raphaela Bacic. Segundo ela, todo ídolo nacional tem o desejo de fechar a carreira com chave de ouro, o que pode ser muito benéfico para os planos do clube do Parque São Jorge.

Até integrantes de torcidas rivais aprovaram a contratação. O são paulino Paulo Viola, por exemplo, considera que o jogador teve boas atuações na Turquia e está muito motivado para jogar no centenário e até na Copa de 2010. "O país não tem muitos laterais esquerdos e ele é o melhor", opina. O ex-lateral esquerdo da Seleção Brasileira chega para resolver de vez o problema enfrentado pelo setor depois da venda de André Santos em julho do ano passado. O técnico Mano Menezes testou vários jogadores no decorrer do segundo semestre, mas nenhum conseguiu se firmar na posição.

Além de Roberto Carlos, o Corinthians também contratou o volante Ralf, do Barueri, os meias Tcheco, do Grêmio, e Danilo, do japonês Kashima Antlers, e o atacante Iarlei do Goiás. A diretoria ainda busca um zagueiro para fechar o ciclo de contratações para a temporada.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A lenda está de volta

O Fear Factory é uma banda detentora de grande importância no cenário musical. Afinal, o quarteto formado em 1989 foi o primeiro a misturar duas vertentes muito diferentes do metal: o death e o industrial. Mas toda essa inovação não conseguiu impedir que, em 2002, desentendimentos colocassem um ponto final na história da banda.

Esse fim, no entanto, foi só momentâneo. No mesmo ano a banda voltou a tocar, ainda com o vocalista Burton C Bell e o baterista Raymond Herrera. O baixista Cristian Olde Wolbers passou a tocar guitarra e Byron Stroud foi chamado para ocupar seu antigo cargo. O guitarrista Dino Cazares saiu e passou a tocar em projetos como Brujeria e Asesino.


A nova formação do Fear Factory fez seu primeiro show em janeiro de 2004 e lançou dois discos: Archetype e Transgression. Esta época possui músicas boas como Cyberwaste e Spinal Compression, mas o material estava bem abaixo da média dos álbuns anteriores.

Os problemas voltaram em 2006 e o Fear Factory entrou em hiato por tempo indefinido. Herrera e Wolbers criaram uma banda nova, o Arkaea, e os outros membros pasaram a integrar novos projetos. Um final triste para uma banda que deveria acabar no topo, com trabalhos de altíssima qualidade.


Mas foi em abril de 2009 que os fãs tiveram um ótimo motivo para comemorar: Burton C Bell e Dino Cazares reataram a amizade e voltaram a tocar juntos. Para completar o novo projeto, a dupla chamou o baixista Byron Stroud e o lendário baterista Gene Hoglan. E qual foi o nome escolhido? Fear Factory. Herrera e Wolbers bateram o pé, gerando um problema judicial que até hoje não foi resolvido, mas nada que tenha impedido o grupo de tocar.


O primeiro disco da nova formação, Mechanize, será lançado somente em fevereiro, mas já está disponível para download na internet. A primeira coisa que se passa na cabeça de quem vai ouvir o novo trabalho com certeza é: o quarteto fez um disco com a qualidade do material antigo? Ou o Fear Factory continuaria a compor músicas como as de Archetype e Transgression? A resposta, felizmente, é a primeira opção.


A banda, aliás, parece ter decido deixar de lado a época sem Dino. Em conversa rápida com Bell, o blogueiro que vos escreve perguntou se o Fear Factory tocaria músicas destes dois discos nos shows da turnê. A resposta, como esperado, foi negativa, mostrando que esta época provavelmente amargará no esquecimento.

A formação atual é com certeza a melhor que a banda já teve. Gene Hoglan mostra porque é lendário, com linhas de bateria geniais, embora em alguns pontos exagere no bumbo duplo. Byron Stroud mostra mais competência que seus predecessores, mantendo a ‘cozinha’ mais coesa do que nunca. Bell continua oscilando entre vozes agressivas e melódicas daquele jeito que estamos acostumados a ouvir. Dino dispensa comentários: voltou ao grupo que não deveria ter largado nunca, fazendo linhas de guitarra bem boladas e técnicas.


A qualidade de Mechanize chega a um nível tão elevado que torna quase impossível selecionar seus destaques. A faixa-título abre o disco com maestria e uma boa letra. Industrial Discipline e Powershifter, divulgada na internet com antecedência, possuem bastante peso e um refrão grudento que faz o ouvinte querer repetir a música diversas vezes. Fear Campaign é uma verdadeira carnificina e possui um solo de guitarra muito técnico. Christpolation é sombria, com um piano iniciando a violência. Oxidizer e Controlled Demolition poderiam facilmente estar no disco Obsolete. Designing the Enemy é um estival de peso lento e melodia. Metallic Division é um curto prelúdio para o fim, sendo somente instrumental. A longa Final Exit, a mais leve do disco, fecha com chave de ouro.


Mechanize é um disco pesadíssimo e com certeza um dos melhores da banda. É um trabalho para se ouvir do início ao fim, prendendo a audição do ouvinte. Raymond Herrera e Cristian Olde Wolbers podem não aceitar, mas este sim é o verdadeiro Fear Factory. Os fãs com certeza concordam e comemoram a volta desta lenda.


Banda: Fear Factory

Disco: Mechanize

Gravadora/Selo: AFM Records

Lançamento: Fevereiro/2010

Repertório: 1 – Mechanize; 2 – Industrial Discipline; 3 – Fear Campaign; 4 – Powershifter; 5 – Christploitation; 6 – Oxidizer; 7 – Controlled Demolition; 8 – Designing the Enemy; 9 – Metallic Division; 10 – Final Exit

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Rulk: fodeza rubra pra todo lado

O Hulk teve uma drástica mudança em seu gibi no ano passado, quando O Incrível Hulk, estrelado por Edward Norton, estreou nos cinemas. O roteirista Greg Pak, responsável por uma ótima fase, foi substituído por Jeph Loeb. No quesito vendas foi uma mudança muito bem-vinda: os quadrinhos do golias esmeralda sempre estão entre os dez mais vendidos por mês nos Estados Unidos.

As histórias novas introduziram um vilão inciante: o Hulk vermelho, também conhecido como Rulk. E o personagem veio com uma fodeza enorme, dando porrada em todo mundo. É sério, olha só:

Na primeira edição, o Golias Rubro meteu bala no Abominável, o matando. Ele até causou uma briga sem sentido e infantil entre heróis norte-americanos e russos, ambos investigando o caso.

Já no número seguinte, Rulk deu uma surra no Homem de Ferro e na Mulher Hulk. Isso sem falar que ainda derrubou o aeroporta-aviões bilionário da SHIELD.

A terceira mostrou o novo vilão espancando o Bomba-A, uma tentativa mal-executada de criar um novo Abominável depois da morte do original. No fim, o Hulk verde aparece de volta à forma burrona de antes de Planeta Hulk.

O confronto mais esperado foi mostrado na quarta edição. Depois de socar o Vigia, Rulk detonou sua contraparte verde. E quase matou, mas o Thor apareceu e impediu.

E você deve pensar que o brutamontes vermelho finalmente seria impedido, não é? Afinal, o Deus do Trovão está muito overpower, como visto nas histórias publicadas em Novos Vingadores. Se achou isso, errou: até ele apanhou feio e foi largado na Lua. Somado a isso uma tosca explicação para o martelo do Thor ser levantado por qualquer um no vácuo.

Mas na conclusão do primeiro arco é que o Rulk finalmente perdeu. O verdão finalmente deu uma lição no vilão, que mostrou um nível de poder estranhamente inferior ao mostrado nas outras edições.

Mas foi só o novo arco começar que a fodeza do vilão retornou. Arregaçou um monte de Wendigos e várias heroínas que se juntaram para enfrentá-lo. E mês que vêm tem mais fodeza rubra!

A questão que levanto é: Loeb, quanto você cobra pra escrever um gibi sobre minha vida? Afinal, poderia dar porrada em todo mundo e conseguiria qualquer coisa. Tipo meu décimo-terceiro, que não ganho por ser estagiário. Perfeito!

Opa, peraí. Se eu contratá-lo, ficarei com o intelecto de uma criança de pré-escola. E minha personalidade ainda será instável: numa edição posso ser o rei da cocada preta, que pega todo mundo, e na seguinte ser retratado como um tímido encalhado.

Ah, quer saber? Deixa quieto, Loeb.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Slipknot pode relançar 'Mate.Feed.Kill.Repeat'

Corey Taylor, vocalista da banda norte-americana Slipknot, disse, em entrevista ao lovelineshow.com, que a banda pode relançar seu primeiro trabalho: Mate.Feed.Kill.Repeat.

"Nós já conversamos sobre relançá-lo daqui um tempo. Eu não sei quando faremos isso, mas é algo que está na nossa cabeça. Eu gostaria muito, porque é uma boa forma de mostrar de onde a banda surgiu e mostrar também a evolução. Se dependesse de mim eu faria. É algo que nós temos comentado sobre, então... fique ligado", diz o músico mascarado.

Mate.Feed.Kill.Repeat. contém um Slipknot diferente do atual. Os únicos membros também presentes no álbum de 1999 são Joey Jordison, Paul Gray, Shawn Crahan e Craig Jones. A formação é completa por Anders Colsefani, Donnie Steele e Josh Brainard. O trabalho foi lançado em 1996, com uma tiragem de mil cópias.

Fonte e foto: Slipknot Brasil

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Entrevista (antiga) com Leandro Ayuso do Monaural

Nota: este post foi feito no dia 15 de dezembro de 2008 no Psychosocial Culture, um blog antigo que estou apagando devido ao tempo de inatividade da página. Gostei do resultado do texto, por isso deixarei o post salvo no arquivo daqui. Para quem for ler, divirta-se.
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A equipe do Psychosocial Culture falou por e-mail com Leandro Ayuso, vocalista e guitarrista do Monaural. Entre os assuntos da conversa estão a recente mudança na formação da banda, a realização de ter a arte desenhada pelo ídolo Marcatti, o novo disco e planos para o futuro.

Como você rotula o som da banda? Seria certo rotulá-los como rock sujo e visceral?
Rock sujo e Visceral é um dos nossos slogans e certamente pode
servir como um rótulo, se é que devemos rotular alguma coisa.

Quais artistas influenciam a música de vocês?
De Kurt Cobain à Augusto dos Anjos. De Josh Homme à Bukowsky. Tudo que contém alma, seja ela embriagada ou contaminada pelo ódio. Todo artista que exala sentimento, seja ele pessimista, autodestrutivo ou apenas decadente. Quase todas bandas que nasceram na década de 90 com exeções a Led Zeppelin, Black Sabbath e Beatles.

O Monaural recentemente mudou de formação. O ex-baixista Gualter deu lugar a Guilherme Maia. Como isso influenciou o som da banda?
Acho que era algo que deveria acontecer, hoje todos nós nos sentimos mais à vontade e o astral da banda mudou para melhor. O Guilherme trouxe para banda um espirito rockeiro que estava faltando e, musicalmente falando, o Monaural hoje está completo!

Como foi trabalhar com Clayton Martin e Davi Rodriguez?
Foi super prazeroso! É sempre legal trabalhar com pessoas que você já tem uma certa afinidade. Davi e Clayton são duas figuras geniais, pois sacam muito de som e são super criativos. Isso facilitou muito nosso trabalho juntos.

Quem teve a idéia de chamar Marcatti para desenhar a capa? Como foi ter a capa do disco desenhada por ele?
A idéia de ter uma capa desenhada por Marcatti surgiu bem antes do Monaural existir, quando eu tinha aproximadamente meus 14 anos de idade. Foi quando tive o primeiro contato com o trabalho do Marcatti, pouco tempo depois de iniciar meus primeiros acordes com a minha
primeira banda. Essa idéia permaneceu e quando tive a oportunidade certa, fui até ele
e fiz o convite. Eu sempre fui fã do trabalho de Marcatti e sempre sonhei com
a hipotese de ter uma capa da minha banda desenhada por ele. Hoje me sinto muito
orgulhoso e agradecido por ele ter aceito o convite, e por isso Expurgo não é para mim somente um disco: é mais que uma realização.

Como você definiria o Expurgo?
Um bom disco de rock, barulhento, bem gravado, denso, pesado e sincero. Se for ouvido com devida atenção poderá surpreender.

Comente o disco.
Não tenho muito a comentar sobre o disco, prefiro que as pessoas ouçam com atenção e deixem o som falar mais alto. Que seus preconceitos sobre rock cantados em portugues possam ser superados pela sonoridade e a mensagem contida em Expurgo. Basta ouvir e absorver o arte do Caos que ele exala.

O que influenciou na decisão de lançar o Expurgo independentemente?
A burocracia e a falta de interesse dos selos em nosso material. Se não querem prensar, azar deles! A gente prensa, nunca fomos dependentes de ninguém a não ser de nós mesmos e de nossas vontades. Sabemos a importância e o potencial do trabalho que temos em nossas mãos. O importante é não estagnar, e sim passar pra frente a mensagem.

Você acha que a cena independente está boa? O que tem de bom e ruim nela?
Não está ruim, mas acho que existe muita informação para ser filtrada e absorvida. Infelizmente a alienação ainda existe em grande escala. O contato superficial com o rock é o que me chateia. Às vezes vejo a molecada mais preocupada com seus cortes de cabelo e sua maquiagem do que com a mensagem e o som que seus artistas "prediletos" fazem.

Quais são os planos para o futuro do Monaural?
Incomodar os puritanos! Invadir a mídia corporativista e mostrar que o rock underground ainda produz boas bandas e pode ser encontrado, basta procurar. Gravar novos discos, tocar bastante e quem sabe um video clipe?